A Pastoral Nacional Carcerária é a manifestação da pessoa de Cristo pelas pessoas dos presos e de sua Igreja no mundo inteiro presente nos cárceres e as quais essa presença missionária vem a exigir.
A Pastoral mantém contatos e relações de trabalho e parceria com organismos dos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo, como também de entidades do terceiro setor como ONG’s locais, institutos, clubes de serviços bem como entidades nacionais e internacionais.
Características da Pastoral Carcerária
a) Participar junto das pessoas que foram privadas de liberdade sobre as penas da Lei Civil e Criminal. Só aproximando destas pessoas que não serve para a sociedade é que nos faz amigos nos permite apreciar profundamente os valores das pessoas como ser humano privadas de liberdade, seus legítimos desejos e seu modo próprio de viver a fé viva para um despertamento. À luz do Evangelho reconhecemos sua imensa dignidade e seu valor como vidas preciosas de Cristo, pobre como eles e excluído como eles. Desta experiência cristã compartilharemos com eles a defesa de seus direitos de sonhar. conquista e ter uma nova vida”.
b) Busca a Libertação integral. Consciente de que precisa enfrentar as urgências que decorrem da violência e da miséria do sistema prisional, o agente de Pastoral Carcerária sabe que não pode restringir sua solidariedade ao gesto imediato da doação caritativa. Embora importante e mesmo indispensável, a doação imediata do necessário à sobrevivência não abrange a totalidade da opção às pessoas privadas de liberdade. Antes de tudo, esta implica convívio, relacionamento fraterno, atenção, escuta, acompanhamento nas dificuldades, buscando, a partir das pessoas privadas de liberdade, a mudança de sua situação. As pessoas presas são sujeitos da evangelização e da promoção humana integral.
c) Luta para cancelar toda legislação e normas contrárias à dignidade e aos direitos fundamentais às pessoas privadas de liberdade, assim como as leis que dificultam o exercício da liberdade religiosa em benefício dos reclusos e busca, a quem transgride o caminho, o resgate e uma nova e positiva inserção na sociedade.
d) Respeita a dignidade da pessoa humana. Isso significa tratar o ser humano como fim e não como meio, não o manipular como se fosse um objeto; respeitá-lo em tudo que lhe é próprio: corpo, espírito e liberdade; tratar as pessoas presas como ser humano sem preconceito nem discriminação, acolhendo, perdoando, recuperando a vida e a liberdade de cada um, denunciando os desrespeitos à dignidade humana e considerando as condições materiais, históricas, sociais e culturais em que cada pessoa vive.
e) A Pastoral Nacional Carcerária pretende implantar e formar lideranças por diversas cidades dos Brasil e com o seu ordenamento jurídico que visa a capacitação de Capelania Prisional e assistência aos presos do sistema prisional comum e recuperandos em unidade da APACs.
f) A CGM Convenção Global da Massa, Igreja Transmundial da Glória de Deus e Confederação Nacional de Pastores e Bispos do Brasil referendou através da convenção nos três estados GO, MT e MG a sua base jurídica em Minas Gerais através do Centro Adm. Nacional em Nova Serrana.
A iniciativa deu conta a sua fundação liderada por Ap. & Bispo: Dercy de Sousa Alves em Corporação e Expedição Mato Grosso/Minas Gerais.
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